A argamassa expansiva vem sendo cada vez mais utilizada na mineração como uma alternativa segura e controlada aos métodos tradicionais de desmonte com explosivos. Mesmo tendo uma aplicação relativamente simples, muitos ainda cometem erros que comprometem a obra, causam desperdícios de material e diminuem a eficácia do produto. Na mineração, onde produtividade, segurança e planejamento caminham juntos, conhecer os principais erros no uso da argamassa expansiva é essencial para garantir eficiência e evitar retrabalhos. Nesse artigo da Armasa, você vai conferir alguns erros no uso da argamassa expansiva na mineração e como evitá-los para melhores resultados. Veja mais!
Um dos erros mais comuns é realizar perfurações incorretas. Isso porque a eficiência da argamassa expansiva depende diretamente do diâmetro, da profundidade e do espaçamento entre os furos. Furos rasos ou muito espaçados reduzem a pressão de expansão, enquanto diâmetros fora do padrão dificultam o preenchimento adequado. Por esse motivo, é necessário conhecer exatamente as dimensões corretas, já que um pequeno erro pode comprometer toda a obra.
Cada tipo de rocha reage de forma diferente à expansão química. Quando se ignoram fatores como resistência, fraturamento natural e orientação das camadas, os resultados tendem a ser insatisfatórios. Rochas mais duras, como granito e basalto, exigem um planejamento de perfuração muito mais criterioso, para que a pressão de expansão seja suficiente para provocar a ruptura. Calcários e arenitos, por outro lado, costumam responder melhor ao processo, permitindo espaçamentos maiores e menor consumo de material.
A proporção correta entre massa e produto é de extrema importância para alcançar um bom resultado. Quando há excesso de água, a pressão gerada diminui. Já a falta, compromete a reação química. No contexto da mineração, onde o uso do material é maior, seguir rigorosamente as instruções do fornecedor torna-se indispensável para manter a qualidade do processo.
Diferentemente do desmonte explosivo, a argamassa expansiva exige paciência. Ao forçar a quebra da rocha antes do tempo indicado na embalagem, a pressão de expansão não atinge seu potencial máximo. Como consequência, surgem fraturas incompletas e a necessidade de retrabalho.
Quando se trata do uso de argamassa expansiva na mineração, a temperatura atua como um fator-chave no tempo e na intensidade da expansão. Em temperaturas mais altas, a reação ocorre mais rapidamente quando comparada a ambientes frios, o que pode gerar fissuras, perda de água e redução da eficácia do produto. Por isso, em locais a céu aberto, esse aspecto precisa ser bem planejado, considerando a variação de temperatura ao longo do dia.
Durante o processo, erros podem facilmente acontecer, mas evitá-los é fundamental para que os resultados sejam satisfatórios, controlado e eficiente. Seguir as indicações do produto e do vendedor tornarão o uso da argamassa expansiva na mineração, uma grande aliada na modernização das operações.
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